segunda-feira, outubro 27, 2014

Analise "Repercussão Imprensa internacional sobre queda da Bovespa após Eleição 2014"

A imprensa internacional repercute nesta segunda-feira (27) o desempenho do principal índice de ações da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que reagiu ao resultado das eleições presidenciais. O Ibovespa fechou em queda de 3,24%, no menor patamar desde abril. Nas primeiras horas do pregão, o índice chegou a cair mais de 6%.

O jornal argentino "La Nación" afirma que os mercados reagiram com resistência à eleição da presidente Dilma Rousseff. "Os mercados afundam, o real se desvaloriza e as ações das empresas dão piruetas." Leia aqui.

Reportagem da Bloomberg cita a queda do Ibovespa e das ações da Petrobras, que chegou a 13%, segundo aponta o texto. Leia aqui. 


O jornal "Financial Times" afirma que "ações despencaram com investidores reagindo com preocupação pela reeleição da presidente de centro-esquerda do país, em uma votação que dividiu o país entre ricos e pobres". Leia aqui. 

Já o "The Wall Street Journal" publicou texto afirmando que a reeleição aumentou as preocupações de investidores de que "a sétima maior economia do mundo continuara lutando em um período de estagnação". O jornal também destacou que a disputa no segundo turno resultou em instabilidade por semanas nas ações brasileiras. Leia aqui. 


Os mercados financeiros do Brasil reagem de maneira negativa ao resultado das eleições para a Presidência da República no Brasil, mas se afastam das piores cotações, registradas na abertura. Com 51,6% dos votos, venceu a atual presidente, Dilma Rousseff (PT). O mercado preferia o candidato de oposição, Aécio Neves (PSDB). As correções de rota são vistas em todos os mercados: ações, câmbio e juros.

Bolsa e câmbio

O dólar operou durante todo o dia em firme alta ante o real, mas se afastou das máximas em quase seis anos. A valorização da moeda americana na sessão foi ditada basicamente por investidores locais, mas amortecida pela ação de estrangeiros, que aproveitavam os patamares elevados da cotação para montar posições.

A moeda norte-americana avançou 2,68%, a R$ 2,53. Este é o maior valor desde maio de 2005, quando, no dia 29 de abril, a moeda fechou cotada a R$ 2,54, segundo dados do Banco Central. A alta desta segunda é a maior desde novembro de 2011, quando, no dia 23, o dólar subiu 2,94%. A acomodação da taxa de câmbio confirma previsão de profissionais de que a desvalorização do real perderia fôlego após uma abertura mais pressionada.

Minha Opinião

"A discurso da presidente após a confirmação da vitória foi recebido de forma cautelosa. Segundo analistas, o principal ponto a ser monitorado pelo mercado agora é a escolha do ministro da Fazenda."
Tudo que eles falaram foi coisa já prevista se você lê sobre o assunto afinal não importa quem você votou, juros vão aumentar e o ano que vem tem mais aumentos de imposto que acarretara mais ainda seu bolso. Resumindo "Eu já sabia". rsrsrs...


Fontes: La Nacion,  Bloomberg,  Financial Times,  The Wall Street Journal, G1.

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